MINISTROS DO STF

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Como foi amplamente noticiado, em meados do ano de 2016 fui caluniado por uma jovem que inventou uma acusação contra mim.

Ao indicar que poderia corrigir o primeiro erro, cometeu um mais grave em São Paulo acusando um assessor meu de sequestro e cárcere privado, motivo pelo qual está denunciada na Justiça Paulista por denunciação caluniosa.

Aqui em Brasília a PGR pediu ao STF que apurasse declarações da Srta. Patrícia Lelis a meu respeito, o que foi iniciado e transcorre normalmente.

Como qualquer cidadão aguardo o desenrolar das apurações e não as comento.

Mas com surpresa tenho notícia de que essa mesma jovem, tal qual alguém que se coloca acima da lei e da obrigação de manter silêncio sobre fatos, sub Júdice, onde é parte, parece negociar um “furo” jornalístico, ou a venda da estória para uma editora. Tomei conhecimento através do site: ÚLTIMO SEGUNDO.IG.BR/Coluna Esplanada, que cito abaixo:

http://ultimosegundo.ig.com.br/colunas/blog-esplanada/2017-02-22/feliciano-lelis.html




Tais áudios onde com o fito claro de intimidação afirma manter vínculos íntimos de amizade com diversas autoridades da República, como o Exmo. Procurador Rodrigo Janot, a Exma. Ministra Carmem Lucia o Exmo. Ministro Edson Fachim, este sendo o relator do processo onde sou citado junto ao STF e o Exmo. Ministro Joaquim Barbosa.

Pelo mesmo site jornalístico tomei conhecimento de que os advogados que representavam a Srta. Patrícia Lelis, após os áudios, abandonaram o caso, cito parte da matéria:

“O caso lhe custou a perda do contrato com o renomado escritório de advocacia de Brasília, Todde e Associados. Nos áudios, Patrícia se gaba de conhecer ministros do STF como Cármen Lúcia e o próprio relator do seu caso, Edson Fachin – proximidade que teria sido feita, segundo ela, pelos advogados ( ouça aqui ). João Paulo Todde nega veementemente o relato, diz que soube do áudio pela internet e tão logo teve ciência do conteúdo rompeu o contrato com a cliente. De acordo com o advogado, a Todde não compactua, e desconhece esse suposto contato com ministros”.

Solicito à Procuradoria Parlamentar que encaminhe o presente documento às autoridades citadas pela Srta. Patrícia Lelis, a fim de que tomem conhecimento das graves acusações perpetradas por ela e, se entenderem relevante, encaminhem informações à Câmara dos Deputados acerca do assunto.

Pastor Marco Feliciano
Deputado Federal
PSC / SP




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